Skip to content

Danylo Diachenko fala sobre seleção de parceiros para um crescimento sustentável

Kateryna Skrypnyk
Escrito por Kateryna Skrypnyk
Traduzido por Thawanny de Carvalho Rodrigues

Escolher o parceiro certo é o que define o sucesso a longo prazo. Ser maior nem sempre significa ser melhor — a escala de operação por si só não garante estabilidade de processos, cumprimento de acordos ou desempenho confiável. A cooperação prática depende da consistência operacional e da capacidade do parceiro de sustentar um crescimento previsível.

Danylo Diachenko, Diretor de Desenvolvimento de Negócios (CBDO) da empresa global de mídia DEVILS, compartilhou com a SiGMA News métodos práticos para avaliar parceiros e métricas que ajudam a prever seu potencial de cooperação duradoura.

O que define um parceiro confiável

Uma colaboração bem-sucedida exige a análise de critérios-chave, como estabilidade do produto, cumprimento de acordos, confiabilidade da equipe e capacidade de lidar com volumes crescentes de tráfego. A DEVILS utiliza painéis de controle para monitorar parceiros, acompanhando métricas específicas como qualidade do tráfego, valor médio de compra, número e valor mínimo de depósitos, pontualidade no cumprimento de obrigações financeiras e eficiência no processamento de cadastros. “Na escolha de um parceiro, avaliamos a estabilidade do produto, o cumprimento dos compromissos e a qualidade na execução de todas as obrigações. O tamanho do parceiro importa menos se seus processos não forem estáveis”, destacou Danylo.

Ele também aponta critérios menos óbvios: “Sempre observamos o potencial do parceiro e sua reputação no mercado. Também é fundamental entender como a equipe trabalha internamente — a atuação dos gestores e o processo de tratamento de leads influenciam diretamente a qualidade da parceria.”

Durante a análise, são considerados fatores como localizações geográficas (GEOs), verticais e tipos de tráfego — e os resultados são avaliados com base na receita gerada para a empresa. As métricas se estruturam em torno do volume de tráfego, número de campanhas ativas, orçamentos e dados históricos. Além disso, campanhas anteriores e a qualidade da colaboração também são analisadas.

Testes de campanha e identificação de pontos fracos

Campanhas de teste ajudam a avaliar a capacidade de um parceiro em processar leads, reter conversões e identificar fragilidades, além de indicar seu nível de prontidão para escalar operações.

Danylo deu um exemplo: a marca estava testando novos mercados e produtos. No lançamento da oferta, descobriu-se que o produto do parceiro não estava funcionando corretamente no aplicativo da DEVILS — os bônus e o fluxo do usuário apareciam de forma incorreta. Graças às campanhas de teste e à colaboração próxima com o anunciante, a equipe conseguiu corrigir rapidamente os problemas, o que aumentou o retorno sobre o investimento (ROI) e melhorou os indicadores de desempenho do parceiro.

Monitoramento e análise de dados

Quando a equipe assume o controle de um bloco abrangente de análises e monitoramento, é possível estruturar o processo de maneira mais eficiente. Isso permite visualizar o cenário completo: analisar ligações, limites aplicados, lançamentos operacionais e comportamento do tráfego. Essa abordagem garante controle total em todas as etapas, facilita a identificação rápida de falhas e possibilita ajustes estratégicos em conjunto com os parceiros. Como resultado, a qualidade e a eficácia das campanhas são mantidas de forma consistente.

Fonte: Devils.

Expansão segura das parcerias

O crescimento do tráfego é gerenciado passo a passo: começa-se com um volume reduzido e aumenta-se gradualmente. Na DEVILS, o processo tem início com 50 a 100 leads, para garantir que o tráfego funcione corretamente, que a equipe do parceiro esteja engajada e que todo o fluxo esteja sob controle. Painéis em tempo real ajudam a identificar riscos, como atrasos em pagamentos, quedas no valor médio das transações e nos depósitos. Caso ocorram desvios, as campanhas são otimizadas ou temporariamente pausadas para preservar a qualidade e evitar prejuízos.

Danylo cita um exemplo de microanálise: um parceiro relevante não estava preparado para escalar devido à falta de orçamento para gerenciar tráfego de alta qualidade. “A análise nos permitiu ajustar rapidamente a estratégia e evitar perdas. Em parcerias de longo prazo, é essencial que as empresas compartilhem valores e abordagens semelhantes”, acrescentou.

Fonte: Devils.

Resultados previsíveis impulsionam o crescimento

Para a equipe da DEVILS, o principal indicador de uma parceria bem-sucedida são resultados previsíveis. Avaliar a capacidade de um parceiro de lidar com tráfego, manter conversões e cumprir acordos permite tomar decisões mais assertivas e alocar recursos de forma eficiente. A análise de dados também ajuda a identificar pontos fracos dos parceiros e aprimorar o ROI por meio de ajustes em campanhas e produtos.

“Processos confiáveis, comunicação transparente e valores corporativos alinhados são a base para colaborações de longo prazo, minimização de riscos e crescimento sustentável”, conclui Danylo.

Este artigo foi publicado originalmente em russo em 27 de outubro de 2025.

Participe da comunidade! Junte-se à maior rede global do iGaming com o Top 10 News da SiGMA. Inscreva-se AQUI para receber atualizações semanais, análises exclusivas e ofertas especiais para assinantes.